Quarta-feira, 1 de Junho de 2011
Regresso...
Às vezes, quando o regresso não é o que se esperava, ficamos na dúvida se chegámos realmente a casa, ou se é só mais uma paragem no caminho...
Sábado, 21 de Maio de 2011
Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011
Joelho de Aquiles
Final da primeira semana de trabalho de 2011. Sim, a meio de Fevereiro!
A lesão no joelho atirou-me para o sofá e a limitação física atirou-me para o desalento!
Apesar do refúgio culinário e do singular apoio familiar, um mês sem acrobacia nem dança foi capaz de me levar à exasperação...
De modo que assim que me apanhei em cenário acrobático, até o joelho começou a dar sinal de recuperação!
Por isso, ontem subi a um trapézio! Não tinha planos de o fazer, mas disseram-me as palavrinhas mágicas: "Ensinas-me...?"
Nada a fazer, não tenho como resistir...
Agora, já com a alma restabelecida e com planos a fervilhar na cabecinha, vou a Lisboa fazer um pouco de malabarismo com datas e projectos, enquanto faço a fisioterapia (assumindo, claro, que a seguradora um destes dias acorde para a vida e autorize os tratamentos, mas isso são outros quinhentos!).
Conto regressar depressa. Conto regressar mais forte. Conto meter-me em sarilhos no entretanto! Aí está outra coisa que não consigo evitar! Está-me na massa do sangue!
Trying to close Pandora's box, because it's too late to go back to yesterday... Qué narices te pasarán...?
A lesão no joelho atirou-me para o sofá e a limitação física atirou-me para o desalento!
Apesar do refúgio culinário e do singular apoio familiar, um mês sem acrobacia nem dança foi capaz de me levar à exasperação...
De modo que assim que me apanhei em cenário acrobático, até o joelho começou a dar sinal de recuperação!
Por isso, ontem subi a um trapézio! Não tinha planos de o fazer, mas disseram-me as palavrinhas mágicas: "Ensinas-me...?"
Nada a fazer, não tenho como resistir...
Agora, já com a alma restabelecida e com planos a fervilhar na cabecinha, vou a Lisboa fazer um pouco de malabarismo com datas e projectos, enquanto faço a fisioterapia (assumindo, claro, que a seguradora um destes dias acorde para a vida e autorize os tratamentos, mas isso são outros quinhentos!).
Conto regressar depressa. Conto regressar mais forte. Conto meter-me em sarilhos no entretanto! Aí está outra coisa que não consigo evitar! Está-me na massa do sangue!
Trying to close Pandora's box, because it's too late to go back to yesterday... Qué narices te pasarán...?
Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010
Omnipresença
Voltei. Voltei a Madrid, voltei às aulas, aos treinos intensos, às dores, às lesões. Voltei a uma terra que já não é a que aqui deixei. Voltei a uma vida que já não é a minha há muito tempo. E voltei, por momentos, ao corpo de um ser que já não sou eu.
Por isso tive que renovar tudo. A casa, a vida, os amigos... e por isso tardei um pouco. Bom, dois meses e meio! Vamos, tardei um pouco!
Mas voltei. Voltei aqui também, por tê-lo prometido a um Anjo. No fundo, creio que ele mo pediu para impedir que eu me volte a perder...
Um terço desta aventura já passou. Por muito dura que tenha sido até aqui, agora é que vai começar a aquecer.
Técnicas. Dores. Suores. Frios e não só. Suor de esforço, de dor, de sofrimento. De saudade. De SAUDADE! Da dor que nos dá vida e nos tortura, por falta de omnipresença nas nossas vidas.
Parto esta semana para Lisboa, para recarregar baterias, fazer uma digressão e fazer umas obras num joelho, que está a precisar. A ver vamos quando voltarei. Seja como for, com ou sem mobilidade no joelho, tenho quatro meses e meio para recuperar tudo o que perdi. Com alguma sorte, recupero a minha sanidade... Não?
Por isso tive que renovar tudo. A casa, a vida, os amigos... e por isso tardei um pouco. Bom, dois meses e meio! Vamos, tardei um pouco!
Mas voltei. Voltei aqui também, por tê-lo prometido a um Anjo. No fundo, creio que ele mo pediu para impedir que eu me volte a perder...
Um terço desta aventura já passou. Por muito dura que tenha sido até aqui, agora é que vai começar a aquecer.
Técnicas. Dores. Suores. Frios e não só. Suor de esforço, de dor, de sofrimento. De saudade. De SAUDADE! Da dor que nos dá vida e nos tortura, por falta de omnipresença nas nossas vidas.
Parto esta semana para Lisboa, para recarregar baterias, fazer uma digressão e fazer umas obras num joelho, que está a precisar. A ver vamos quando voltarei. Seja como for, com ou sem mobilidade no joelho, tenho quatro meses e meio para recuperar tudo o que perdi. Com alguma sorte, recupero a minha sanidade... Não?
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